LE(Social Organization)SCANT: Organização Social

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sacbahiaNa aula apresentamos a parte de Organização Social de LESCANT.

Tem duas tarefas:

1.  Vai para o Facebook para postar pelo menos 3 fotos no grupo: 2014 Salvador, Brazil – Language and Culture Summer.  Favor de incluir comentários e análise do conflito cultural que faz parte da foto.

2.  Aqui nesse post, favor de acrescentar pelo menos 2 comentários (tem que postar 2 vezes) com observações e análise sobre coisas que você viu que mostram essa diferença cultural.

Bom, nesse post eu gostaria que vocês escrevessem seus comentários das diferenças culturais que já observaram aqui em Salvador sobre Organização Social.  Esses comentários poderiam incluir:  família, sistema educacional, sistema de classe social, alcançado X herdado, papel masculino X feminino, individualismo X comunidade, religião, instituição laboral, mobilidade geográfica, ou tempo para descansar, etc.

Nessa foto, a SAC oferece muitos serviços para todo mundo que mora aqui na Bahia.  Podem dar uma olhada no site deles: www.bahia.ba.gov.br.

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32 Responses to “LE(Social Organization)SCANT: Organização Social”

  1. Bobby Abrams Says:

    meu irmao brasileiro vive em minha casa ainda ele tem trinte anos. a namorada dele vive conosco tambem. no estudos unidos, pessoas saiam a casa do pais quando eles tem dezeoito anos, mais o menos. penso que o situacao e fazendo coisas mais barato para todas pessoas na familia com ele vivendo conosco. eles tem menos tempo para descansar tanto que muitos pessoas no estudos unidos tambem. meu irmao e sempre estudando o trabalhando.

  2. Scott M Says:

    Alguma coisa interresante para mim e o construçao da familia na casa aqui. Por exemplo, nos Estados Unidos eu moro com minha familia nuclear, e quando estou a minha faculdade, moro com um companheiro. Nao tenho grupos muito grandes. Em comparisaçao, aqui, moro com toda da minha familia brasileira, incluindo meu avo´. Meu avo´ conzinha, limpa, faça tudo dentro da casa, e geralmente, se avos moram com uma familia nos Estados Unidos, eles nao trabalham na casa.

  3. laurenweiss Says:

    O Organização Social no Brasil é muito interessante para mim e muito importante para a cultura do Brasil. Por exemplo, quando eu morava em Brenham comeia jantar e café da manhã muito com minha família, mas não todas dias. Também, eu comeia almoça com meus amigos na escola. Tipicamente no Brasil, as estudantes vão para a casa deles e comem com suas famílias. Por cada refeição a família comeriam a junta. Eu penso que a actividade é muito legal. Quando eu era criança, minha família tentou se reúnem para comer, mas por vezes as actividades interferiu. Não são muitos coisas interferem com esta actividade no Brasil.

  4. Elena Bessire Says:

    A religião forma uma parte grande da vida dia-a-dia aqui. Na minha casa, a mãe tem uma oferenda a vários santos e uma estátua de Santa Barbara. Cada noite ela ascende umas velas en frente da oferenda e a estátua. Também, a religão pode determinar os grupos sociais. Pouco depois de conhecer alguém pela primeira vez, minha mãe fala da religião e pergunta a religião da pessoa recém conhecida. Isso não quer dizer que ela não vai associar-se com pessoas não religiosas, mas me parece que ela sente uma conexão mais forte a alguém que pertenece à mesma religião.

  5. KC Biebighauser Says:

    Aqui no Brasil o organização social é muito diferente do que no Estados Unidos. Por exemplo a família é muito importante aqui, Muitas pessoas moram com a família alargada deles. Filhos velhos muitos vezes moram com a família deles também. No Estados Unidos é muito comum para um filho ou filha morar sem suas famílias durante universidade. No Brasil muitos estudantes moram com suas famílias para mais tempo que estudantes no Estados Unidos e muitas vezes até que eles são casados.

  6. Stephanie Murphy Says:

    Acho interessante as escolas. Por exemplo, faculdade. O Orlando disse que as faculdades públicas são de graça, mas quem pode entrar? A gente com dinheiro que pode pagar para vestibular. Quem precisa não pode receber.

    Alguma coisa mais: a familia aqui é uma coisa muito importante. Porém, como os outros comentários, na minha casa também mora o filho (com 30? anos). Minha “mãe” sempre fala com os irmões delas; nos EUA, meu pai só fala com os irmões deles de vez em quando.

  7. Preston Achilike Says:

    Um bom exemplo da diferença de organização social entre os Estados Unidos e Brasil é a quantidade de pessoas que vivem em uma casa. A casa inclui frequentemente os avós, primos e outros parentes tamben.

    Acho que a empregada também é tratada como parte desta família. A empregada não é uma posição da sociedade que nenhum quer fazer, mas um trabalho como qualquer outro. Empregadas são família. Numa da minhas fotos, há uma foto da minha família com muitos juntos (as mulheres), incluindo a empregada anterior de 5 anos atrás.

  8. Marisol Hernandez Says:

    Eu acho a diferença social mais grande é entre pobres e ricos. Hoje eu fui para um suburbio. Não foi uma favela mais ainda era mais pobre. O interessante de isto foi que a clase baixa tambêm tem variedades. Eu ví uma casa muita nova e moderna ao lado duma casa velha e muita pequena. Eu acho que nas areas pobres ainda existe o conhecimento de que são pobres e acho que isso é parte do problema grave social no brasil.

  9. Kristen Klenow Says:

    Organização social no brasil é como um “Catch-22,” é muito difícil para pessoas na classe baixa superar suas limitações e se torna uma pessoa da classe média ou classe alta. Um chefe é um chefe, todo sempre. Eles não podem mudar para uma outra classe se eles não têm opportunidade, mas as pessoas que têm essas opportunidades são as pessoas que já têm dinheiro. Você precisa uma boa nota na sua vestibular assistir uma universidade pública, mas seria muito difícil receber uma boa nota na sua vestibular se você tivesse uma educação dum colégio publico

  10. Cory Hahn Says:

    Concordo com os comentários de arriba…Quanto a , me surpreendeu o número de pessoas na praia na segunda-feira. Quando fomos á praia no fim de semana, esperava encontrar muitas pessoas, mas na segunda não. As duas horas da tarde tudo mundo estava aí tranquilizando e brincando. Não têm trabalho? Não têm responsabilidades? Talvez eles achassem a mesma coisa de nós.

  11. Gina Reynolds Says:

    Eu vou fazer este comentario sobre um indice que ajuda em descrever a organização social: o coeficiente gini, nombrado por Gini, um statistician. Este indice descreve a desigulidade de rendas em um pais. Em um pais hipotetico onde todo mundo recibe a mesma renda, o coeficiente e cero. Em um pais hipotetico onde uma pessoa recibe todo PIB, e onde o resto das pessoas nao receben nada tem o coeficiente de 1. Isso e o maximo desigualdade possivil. Onde fica Brazil comparando com otros paises? Alguns paises tem coeficientes muito baixos. E dizer que eles nao tem muitos desigualdade de rendas. Com um coeficiente de menos de .3 sao Japao, Suica, e Alemania. Os Estados Unidos tem um coeficiente de .4 — um poco peor. E Brazil. Brazil tem (o tinha – como vou explicar depois) umas de as desigualdade de renda mais altas no mundo – de aproximandamente 0.6. Algums paises com similares coeficientes sao Surafrica, Swazilandia, e Colombia. Para comparar melhor podemos ver este mapa, colorado: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gini_Coefficient_World_Human_Development_Report_2007-2008.png

  12. Lauren Says:

    Eu tive vido a organização social em várias situações, mas a mais surpreendente foi quando aconteceu a greve. Algumas pessoas foram afeitadas por ela e outras podiam seguir com a vida sem fazer nenhum mudo. Para muitas das empregadas de casa foi difícil chegar ao trabalho sem poder pegar o ônibus. Porém, uns empregadores disseram que suas empregadas não tinham que ir durante esses dias. Contudo, outros empregadores ainda queriam que suas empregadas chegassem, no importa sem iam passar uma hora em chegar.

  13. Somtochi Says:

    Eu notei que a sociedade brasileiro não tão individualista ou privada como a sociedade dos Estados Unidos. O primeiro dia em Salvador, meus amigos e eu fomos para Di Mercatto para almoçar. Enquanto nós saímos uns homens começaram brigar. Se fossem Os Estados Unidos, uma pessoa ou duas pessoas tentariam parar a luta porque as outras pessoas pensariam que a luta não foram os seus problemas. Contudo, o momento em que a luta começou todas as pessoas próximas foram para lá para eles poderem parar a situação.

  14. Somtochi Says:

    No Brasil a família é mais importância do que o individual. Os filhos ainda moram com seus pais durante e as vezes depois de formar-se da universidade. A minha irmã brasileira mora com os seus pais embora ela tenha vinte quatro anos. Isso é muito comum para os adultos jovens morarem com os seus pais. Nos Estados Unidos dezoito é a idade de independência e o filho deve estar morando sozinho. Por isso, a cultura americana associa sucesso com independência e liberdade. Contudo, no Brasil sucesso não é determinado por individualismo.

  15. Alex Says:

    Neste programa tenho notado que a maioria de nós só temos família com mãe e irmãos. E os pais? Muitos de nossos pais não moram conosco porque eles morreram. Faz catorze anos que o esposo da minha mãe morreu. Tenho falado com outros alunos e eles também dizem que não têm pai em casa. Não sei se minha opinião é distorcida porque estamos num programa para estudar e os coordenadores tal vez pensam que seja melhor para nós morar com famílias sem pais. Mas é interessante que quase todos não têm pai brasileiro.

  16. rudy madabhushi Says:

    Acho que é muito interessante que a maioria das pessoas que eu falei para se consideram um espírita ou ateu. Pensei que a maioria das pessoas aqui seria Católica, mas não é verdade. É interessante conversar com essas pessoas e entender o que eles acreditam.

  17. E. Delgado Says:

    LESCANT: Organização social

    Na semana passada eu falei com minha mãe do papel do porteiro. Segundo ela, o porteiro faz o trabalho de cuidar a porta e botar o lixo. O porteiro também ajuda com os carros. Eles trabalham dia si, dia não em blocos de 12 horas todos os dias (segundo minha mãe). Ela achou que era um bom trabalho porque muita gente fica como porteiro por muitos anos. A maioria de nossos porteiros já trabalharam em nosso prédio mais de cinco anos.

    Depois de essa conversa, eu entrevistei um de nossos porteiros e perguntei o que ele faz. Ele disse que seu trabalho e de proteger o prédio: decidir quem pode entrar no prédio, e quando for necessário, sacar gente que causa problemas. Perguntei se tem mulher porteira, e ele disse que sim, mas que a mulher tem dificuldade nesse trabalho porque precisam trabalhar pela noite sozinhas e também porque não tem a mesma presencia do que os homens (o seja, não causam intimidação nem medo no malandro que tentei entrar no prédio).

    O papel do porteiro revela muito então as atitudes de gênero e também da classe social e das percepções de vulnerabilidade da sociedade da classe media. O porteiro funciona como um xibolete que ajuda establecer a distancia social.

  18. rudy Says:

    Eu notei que quando as pessoas estao dirigindo e que ver uma pessoa que eles conhecem, elas pararão o carro no meio da Estrada para ter uma conversa com a pessoa. Eles vão falar mesmo se há carros atrás deles e não se mexe até que eles são conversa acabou. Foi mutio interessante porque nos estados unidos as pessoas não parar no meio da estrada para conversar.

  19. Lauren Says:

    Faz umas semanas descobri que há duas portas que se pode usar para entrar no departamento. Os trabalhadores entram por a porta que fica ao lado da cozinha. Também há um quarto que foi usado por a empregada quando ela ainda morava ali. A historia da escravidão no Brasil deixou marcas na organização da estrutura social que ainda estão presentes.

    Parece que esta divisão é algo aceitada por várias pessoas. Acho que o fato de que o renovar das características físicas do prédio é um empenho prolongado e custoso é um aspeito que frustra realizar mudos na sociedade. Contudo, o prédio onde moro agora não tem duas portas e é mais moderno. Isso reflete as costumes vão mudando e que não simplesmente repetirão o passado.

  20. Daniela Lagunas Says:

    Eu fui para academia uma vez e não gostei. As mulheres eram brancas e loiras (não naturalmente) e parecia que todas eram amigas. Só havia apenas uma mulher negra e ninguém falava com ela. Ache isto tão horrível! Todas as loiras falando e rindo quando deveriam de estar malhando. A academia é um lugar social para elas.

  21. Alex Says:

    É muito interessante que aqui no Brasil a maioria das famílias consistem dos pais e os filhos apesar de que os filhos sejam mais velhos. É surpreendente porque eles já se formaram da universidade federal e têm empregos bons. Tal vez seja uma questão sobre o estado civil dos filhos. Meus irmãos ainda moram conosco em casa e nenhum deles está casado. Minha irmã tem filho mas ela mora em casa. Meu irmão tem namorada com quem está apaixonado demais mas cada quem mora com seus pais. O único do meus irmãos que não mora conosco já tem sua própia família com esposa e filha. Até que se casarem, acho que a maioria dos brasileiros preferem morar em casa com seus pais.

  22. Lacey Koester Says:

    Minha mãe brasiliera tem dois filhos (Amanda e Tony) mas ela refere a Felipe como seu outro filho. Felipe é o amigo de Amanda e morava com a família por mas de um ano. Então, aindo ele vai com frequência à casa, celebra os aniversários, e viaja com eles a sua casa no interior. Acho que a relaçaõ com Felipe mostra a importância da famíla na cultura brasileira.

  23. Lacey Koester Says:

    Nas ruas da Barra, as calçadas estão mudando. Em vez de ter uma calçada de composição inteira de pedras, estão colocando uma tira amarelo e plana no meio da calçada. A tira é para cegos em que eles podem caminhar das ruas com menos medo. Contudo, eles construem a calçada devagar e por isso acaba de repente em muitos lugares. Também, a vezes a calçada acaba numa árvore ou faz muitas curvas. A mudança mostra uma dedição as pessoas cegas mas não estão construendo à melhor capacidade que possa.

  24. E Delgado Says:

    Eu notei que as diferencias em classes sociais são muito marcadas, especialmente na questão de fazer compras. Shopping Barra tende a ser curtido por pessoas da classe meia e alta, muita da roupa é cara e têm muita segurança publica para evitar roubo. A misma divisão social se pode ver nos prédios onde os moradores da classe meia e alta devem ficar dentro de muros porque tem medo do mundo exterior e de ser agredidos por pessoas que não têm as mesmas condições econômicas.

  25. Tessa Schoenhals Says:

    Uma manhã eu estava assistindo um programa na televisão onde uma mulher entrevistou uma jogadora de futebol brasileira. A jogadora mudou aos Estados Unidos e depois a Suíça para jogar num equipe, ela não joga no Brasil. A mulher notou como sua filha gosta de jogar futebol também mas é difícil para as meninas aqui. Isto é um exemplo dos papéis diferentes dos sexos no Brasil. Acho que nós Estados Unidos hoje, meninos e meninas têm basicamente as mesmas oportunidades para jogar esportes.

  26. Tessa Schoenhals Says:

    Eu moro com minha mãe brasileira no seu apartamento. Ela mora sozinha mas ela tem duas filhas que também moram no mesmo edifício com suas filhos e maridos. Minha mãe cozinha almoço para seus netos todos os dias e vai ao supermercado com suas filhas. Nos Estados Unidos, os avos usualmente moram numa casa ou cidade diferente que seus filhos. Aqui, famílias gastam muito tempo juntos.

  27. Juliana Torres Says:

    uma das coisas que eu já notei que não gosto muito do jeito brasileiro é como se conduzem os carros e a falta da prioridade que a sociedade dá aos pedestres. Cada vez que tento cruzar uma rua onde sento medo de ser atropelada. Os carros são completamente impacientes com os pedestres e não acostumam lhes dar oportunidade de cruzar antes deles. Você precisa de cruzar as ruas quando não fica carro na vista por que se não corre risco. Nos EU os pedestres são respeitados e na verdade são a prioridade da sociedade. Existem regras estritas para proteger os pedestres, e a gente se sente segura cruzando as ruas sem cuidado. Aqui não. No Brasil os brasileiros que ficam conduzindo se enfadam a ver alguém tentar cruzar em frentes deles, e conduzem mais rapidamente e fortemente para prevenir isso. Isto pode causar os atropelamentos facilmente, e então a gente precisa de ter muito cuidado e dar muita atenção quando cruzar as ruas.

  28. Juliana Torres Says:

    No Brasil não é secreto que as pessoas t˜em maior tolerância à proximidade entre uns aos outros, mas algo que eu notei que é resultado disso é que essa tolerância causa que muitas pessoas não respeitem o espaço necessário dos outros. Por exemplo, um dia eu estava nas calçadas da praia fazendo exercício. Quando eu tentei pular corda, uma mulher brasileira se passou por em frente de mim e me impediu pular. ela sabia bem que eu estava pulando corda, me viu, e ainda passou perto de mim. Eu achei que talvez não me viu e segui pulando a corda quando outro brasileiro fez a mesma coisa. Eu fiquei surpresa com isto. Quando eu lhes chame atenção eles só sorriram confusos mas nada mais. Isto é só um exemplo de algo que eu já experimentei aqui muitas vezes. Os brasileiros geralmente não se preocupam por o espaço dos outros. Nos EU, a consciência da importância de respeitar o espaço dos outros é maior e tem mais sucesso que aqui no Brasil.

  29. Daniela Lagunas Says:

    Acho que os brasileiros realmente valorizam o tempo de familia. Gostei de ver familias grandes jogar futebol e o vôlei depois do pôr do sol na praia. Também, minha mãe e a mãe dela sempre assistem TV juntas durante a tarde e a noite. Elas se deitam na cama de minha mãe e assistem no quarto. As familias brasileiras são mais unidas.

  30. Matt Says:

    Quando eu fui para Itiuba nossa nos levou para um churrasco na casa de sua irmã. A coisa que eu gostei muito foi que as pessoas foram muitos amigáveis com pessoas que eles não conheciam. A gente lá nos convidavam para beber cerveja e comer carne. Eles nos falavam como se fossemos parte da família.

  31. Matt Says:

    Outra coisa que também gostei muito foi ver as rivalidades entre Bahia e Vitória. Por exemplo quando nos fomos para escola aberta Prof. Kelm falou para os meninos “Bahia ou Vitória” depois de isso todos os meninos começaram gritar Bahia ou Vitória. Foi muito interessante ver que os meninos de essa idade já tinham um time favorito e também saber que o oposto foram os inimigos.

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