LES(Context)ANT: Contexto

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duasmaosNa aula apresentamos a parte de Contexto de LESCANT.

Tem duas tarefas:

1.  Vai para o Facebook para postar pelo menos 3 fotos no grupo: 2014 Salvador, Brazil – Language and Culture Summer.  Favor de incluir comentários e análise do conflito cultural que faz parte da foto.

2.  Aqui nesse post, favor de acrescentar pelo menos 2 comentários (tem que postar 2 vezes) com observações e análise sobre coisas que você viu que mostram essa diferença cultural.

Bom, nesse post eu gostaria que vocês escrevessem seus comentários das diferenças culturais que já observaram aqui em Salvador sobre Contexto.  Esses comentários poderiam incluir:  regras X relações pessoais, comunicação explícita X implícita, obediência às leis, palavra escrita X promessas orais, o silêncio, capacidade de dizer “não”, a dignidade, etc.

 

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28 Responses to “LES(Context)ANT: Contexto”

  1. Scott M Says:

    Acho que os diferenças em contexto entre o Brasil e os Estados Unidos é muito interresante. Acho que, por isso, as pessoas nos outros paises acham que Americanos são um pouco menos simpaticos do que outros paises. Por exemplo, o baixo contexto parece um ordem: DON’T LITTER! ; No outro lado, lixo aqui diz frases mais simpatico sobre a natureza da cidade, também observei que muitos lixos aqui diz, “Obrigado”, uma coisa mais raro nos EUA.

  2. Bobby Abrams Says:

    eu li que brasileiros tem dificuldades dizendo nao quando peda para ajudar, mas e mais como eles vao recommender um amigo pedir se eles nao sabem ajudar voce.
    em relacao para relacoes pessois, eu vejo muitos pessoas caminhando com maos ambracado (holding hands) tanto que estados unidos.
    eu vejo menos palavras escritos tanto que estados unidos tambem.
    brasil, como muitos paises em america do sol tem um contexto medio e nos temos uma cultura com um contexto baixo, e pessoas em asia tem cultura com um contexto alto.

  3. Stephanie Murphy Says:

    Vi um exemplo de comunicação implícita ontem (domingo). Quando decei do ônibus, eu tive que atravessar a rua. O transito foi muito lotado – cheio de carros. Fiquei esperando por cinco minutos. De repente, um taxi buzinou e me deixou atravessar. No mesmo momento, ele piscou a luz do carro para mandar parar um carro do outro lado. Isso foi bem legal e um bom exemplo de contexto. Também podemos ver outros comunicações implícitas com os carros. As luzes piscam quando alguém está indo devagar. As buzinas são o mesmo jeito. Finalmente, já vi camiões usar as luzes para dizer que os carros a trás podem passar. Tudo isso representa jeitos de “conversar” sem usar palavras nas pistas.

  4. Gina Says:

    Um exemplo de auto contexto e quando a publicidade precisa comunicar que existem incentivos para fazer algo. Isso e o caso com a propaganda de Bolsa Familia. Eu vi estes posters em varios lugares na cidade, numa escola e tambem nos ônibuses.

    O que e o objectivo do poster? So aconsejar as pessoas que deben fazer os examenes de saude. Contudo, isso nao e tudo que diz. O poster tambem incluye as razois por que debe importar este cheque de saude, – e por receber os fondos de Bolsa Familia. Não so manda para escola os meninos mas tambem o cheque de saude e requerido para reciber a Bolsa.

    O incentivo de perder dinhero e importante para motivar as pessoas fazer o cheque. Pode consiguir mais informacao em http://www.mds.gov.br/bolsafamilia/

  5. Cory Hahn Says:

    Um exemplo que eu encontrei é, da minha perspectiva, bem engraçado. Nos primeiros dias aqui a minha mãe brasileira sempre me falava depois da café da manha, do almoço e da jantar. Eu não queria estar descortês, então levava as minhas coisas à cozinha. Depois de duas semanas da mesma rotina, me diz a mesma coisa mas em uma maneira menos convincente, se fosse obrigatória. Agora não acredito que fala sinceramente e sigo ajudando.

  6. KC Biebighauser Says:

    Eu vi muitos exemplos da diferenças no contexto entre aqui em Salvador e nos Estados Unidos. Um exemplo é nas leis e quando pessoas aqui obedecem as leis. A forma pessoas no Brasil dirigir é muito diferente do que a forma pessoas nos Estados Unidos dirigir. A noite aqui pessoas não param de luzes vermelhas mas nos EUA isso é muito executada pela polícia. É porque o contexto é muito diferente aqui. Também pessoas não seguem as faixas nas ruas aqui e dirigem muito próximo. As leis de tráfico não forçam muito pela polícia mas nos EUA a polícia é na rua todo dia para forçar as leis de tráfico.

  7. Elena Bessire Says:

    Em geral, me parece que os avisos que encontramos nos lugares públicos (banheiros, empresas) são mais do baixo contexto porque são mais explícitos nos mandatos. Mesmo assim, acho que as interações pessoias, como conversas, são mais de alto contexto porque dependem muito da comunicação não verbal e acordos verbais.

    Então, acho que a diferença entre as culturas dos Estados Unidos e Brasil se concentra mais nas interações pessoias que são mais de contexto alto. A cultura americana precisa mais de coisas explicadas mais explicitamente a maioria do tempo.

  8. laurenweiss Says:

    Desde que cheguei no Brasil, tenho visto exemplos de escrita no contexto sinais. Por exemplo, tenho visto muitos banheiros que têm avisos sobre o papel dispensadores perguntando às pessoas que apenas têm duas toalhas. Também na semana passada, quando fomos para a Praia do Forte, uma mulher esteve fora do banheiro e me deu o papel higiénico para usar no banheiro. É muito interessante.

  9. Kristen Klenow Says:

    Contexto brasileira é semelhante com a lingua e ambiente. Brasileiros não gostam dizer “não,” e geralmente preferem estar um pouco mais simpatico sobre todos aspeitos da vida, em contraste com Americanos. Contexto é uma outra maneira de como brasileiros querem ter uma grande qualidade da vida.

  10. Marisol Hernandez Says:

    Bom minha obsevação é uma diferença sutil. Quando eu veio um anuncio de alta electrica eu veio uma caveira. Tambem no Salvador uma caveira mas esta sorrindo! Foi muito engraçado ver isso porque não é engraçado ser electrutado.

  11. Preston Achilike Says:

    Em Campo Grande eu encontrei algo muito interessante. Em frente do parque, houve um sinal que as coisas uma pessoa não deve fazer como se fossem os dez mandamentos. Em vez do uso do normal, não fazer isso eles criaram um lsit dos mandamentos da natureza e as consequências.

  12. rudy madabhushi Says:

    Tenho notado que os brasileiros não gosta sarcasmo muito. Eu estava brincando com alguém, mas a pessoa não divertia com minha piada. É muito estranho porque essas piadas seria consideradas engraçado, mas aqui estas piadas não são engraçadas.

  13. Somtochi Says:

    Eu notei que quase todos os motoristas desobedecem as sinaleiras. Em vez de seguir as sinaleiras, os motoristas dirigem como se as sinaleiras fossem placas de parada ou placas escondidas. Especificamente, á noite quando não há muitos carros nas ruas, as motoristas dirigem como se não haja ninguém na rua. Acho que os brasileiros não querem obedecer as regras de trafico durante estas situações porque eles veem isso como ser uma perda de tempo.

  14. Somtochi Says:

    Os avisos de atenção não só para prevenir o povo contra coisas especificas. Os avisos produzem explicações e razões porquê é necessário para obedecer os avisos. Por isso, há muitas palavras escritas nesses anúncios. Nos Estados Unidos, o povo não quer ler mais que dez palavras. Em vez disso, os americanos têm anúncios muitos breves e fortes para reduzir a quantidade dos números usados.

  15. rudy Says:

    Eu notei que quse todas as pessoas se vestem havaianas todos os dias e não vestem tênis. Foi interssante porque não é muito comum a ver pessoas que vestem havaianas todos os dias.

  16. Daniela Lagunas Says:

    Em Salvador, os brasileiros não obedecem as leis/ regras quando dirigem. Eles preferem usar o sentido comum e a lógica deles em vez de obedecer semáforos e sinais. Nos Estados Unidos isso definitivamente não é normal. Os Americanos (pelo menos a maioria deles) dirigem prestando atenção aos sinais de trânsito.

  17. Alex Says:

    O fim de semana passado, alguns de nós viajamos para Morro. Na ilha de Itaparica pegamos uma van que nós levou para o outro lado da ilha onde íamos embarcar num barco para ir a Morro. No caminho, vi um letreiro na estrada que dizia “Todos merecem viver, evite acidente.” O letreiro é um exemplo de como os brasileiros usam os letreiros para promover uma causa. Nesta situação o valor da vide de uma pessoa é muito importante, especialmente na estrada então as pessoas têm que dirigir com cuidado.

  18. Alex Says:

    Este fim de semana no Morro tinham festa para festejar São João e nós fomos festejar na praça com as pessoas. Tentei de falar com uma moça aí e desde o início notei que ela não estava interessada em falar comigo (que pena!) mas por alguma razão nunca me mandou embora. Até dançamos juntos! No fim da festa, perguntei se íam ter outra festa no próximo dia e se ela ía assistir e respondeu que tal vez. Nesse momento, tentei de beijá-la mas não deu certo infelizmente. Em vez de me bater como tal vez aconteceria nos EU, ela simplesmente falou “Se eu for amanhã, lá te beijo.” Mas eu sabia que não estava sendo sincera, só falou isso como outra forma de dizer “nem cem anos te vou beijar!”

  19. Lauren Says:

    Ontem pela noite estava falando com meu “pai” brasileiro e ele perguntou se eu queria mais comida. Em vez de ser direito, eu lhe falei: “Acho que não, obrigada”. Ele e minha “mãe” brasileira riram porque nessa situação, eles interpretavam minha resposta como “acho que sim”. Ele me explicou que às vezes, por exemplo quando trata-se da comida, que é necessário ser bastante direita com a resposta. Ele quase me serviu mais, sem pausar para explicar para mim que estava acontecendo entre nossa comunicação.

  20. ladarnell1 Says:

    Em Pelourinho, enquanto eu tentava sair da multidão, um homem tentou roubar algumas coisas da minha bolsa. A meu ver, foi um flagrante delito. Eu literalmente tirei a mão dele da minha bolsa e gritei coisas criticas para ele. Posto que ainda estávamos na multidão, nenhum policial podia me escutar e também não viram nada. Quando eu sai da multidão, esperei para ele chegar. Não tinha medo porque agora sim havia polícia muito perto de nós.

    O malandro não me prestou atenção quando gritei para ele. Eu fui a falar com a polícia e lhes expliquei o que aconteceu. Um deles me disse que sem uma prova, que não podiam fazer nada. Compreendo perfeitamente seu raciocínio, mas acho que se não tivesse acontecido durante um evento bastante grande, eles pelo menos teriam falado com o tipo. Ou seja, foi uma maneira indireto de dizer que nesse momento, seu dever de manter a tranqüilidade da multidão foi mais premente que um roubo atentado. Segundo o modelo de LESCANT, ele seria uma pessoa de alto contexto. Imagino que seria igual nos EUA.

  21. Lacey Koester Says:

    Quando viagei em carro ao interior da Bahia, fiquei perplexa com a condução. Na estrada de duas sendas, os carros quase sempre estavan na outra senda para passar um carro mas devagar apesar das regras (ao menos o meio do tempo). Contudo, a polícia só expediu multas aos motoristas que passaram no direito.

  22. Juliana Torres Says:

    um exemplo de contexto que eu já vi é uma frase escrita nas paredes das rodovias que falam “não faça xixi nas ruas, voc˜e não é cachorro” ou algo assim. Eu achei isso muito engraçado mais também eficaz. Essas palavras, por ser direitas, impressionam um sentimento de vergonha nas pessoas que possivelmente pode dissuadir esse comportamento tão desagradável. Eu sei que esta forma de falar demonstra uma parte muito importante no jeito brasileiro e isso é a franqueza que eles têm quando falar. Uma coisa que é positiva porque previne mal-entendidos, mas também pode ofender as pessoas.

  23. Juliana Torres Says:

    outro exemplo do contexto é como os brasileiros acostumam pedir coisas das pessoas. Eles dão uma forma de explicação quando pedem algo duma pessoa e isso não se vê nos EU. Nos EU é suficiente pedir algo sem dar nenhuma razão. Por exemplo, na livraria do acbeu ai papeis que falam “ajuste o volume da sua voz, por uma biblioteca mais agradavel!” Isto demonstra como primeiro que nada, os brasileiros são indireitos sobre o que eles pedem: ‘ajuste o volume.’ Eles podiam decir: ‘não falem alto’ ou outra coisa mais direita mas eles preferem ser mais gentil que isso. Também eles oferecem uma explicação para o que pedem que dá uma razão positiva: ‘por uma biblioteca mais agradável!’ Eu acho que isto é muito gentil para eles fazer mais também muito inteligente e eficaz. Sabem que as pessoas seguem as regras melhor quando se pedem bem e com razão. Isto é algo legal dos brasileiros.

  24. Tessa Schoenhals Says:

    Algumas vezes quando eu volto a casa, minha mãe me pergunta se eu quero banhar antes de comer o depois. Ela não quer dizer diretamente que eu devo banhar primeiro então ela diz isso. Isso é um exemplo de alto contexo na língua falada.

  25. Tessa Schoenhals Says:

    Nos restaurantes aqui, se você quer pagar com uma cartão de crédito o garçom vai levar a máquina de cartões à mesa. O contexto aqui é sobre como as pessoas não vão permitar que suas cartões estão a longe da vista porque fraude de crédito é muito comum no Brasil.

  26. Daniela Lagunas Says:

    Muitos banheiros nos Brasil têm placas (signs) que indicam o que você precisa fazer para manter os banheiros limpos o para cuidar do meio ambiente. Mas estos letreiros são muito diferentes que nos Estados Unidos porque a cultura brasileira é de alto contexto.

  27. Matt Says:

    Algo muito interessante que um pouco perigoso é como a gente dirige aqui. Por exemplo nós estávamos regressando de Itiuba e nossa mãe começou sair da rua para passar os carros. Ela saia sem pensar, e eu achei isso um pouco engraçado porque ela ficava rindo depois de cada vez que ela passava um carro.

  28. Matt Says:

    Não sei se é somente aqui em salvador mas a gente aqui não entendem muito o sarcasmo. Cada vez que eu tentou de dizer coisas sarcásticas a gente acredita de tudo o que estou falando. Então eu depois tenho que dizer que eu estou brincando e que só foi uma piada. Não sabia que a gente aqui não eram sarcásticos.

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