Brazilians working with Americans: BurgerWorld

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lanchesDiscutimos o caso, “BurgerWorld”.  Comente o que você aprendeu desse caso, o que você achou mais interessante, ou as sugestões que você tem numa situação parecida.

Veja também no final do capítulo onde tem os tópicos e perguntas para discutir.  Escreva sua opinião para pelo menos um desses tópicos.

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10 Responses to “Brazilians working with Americans: BurgerWorld”

  1. Scott M Says:

    Eu aprendei muitas coisas sobre os negocios do Burger World no Brasil. Em geral, achei que todas as Burger Worlds usam as mesmas maneiras para vender os produtos. Nunca achei que lugares certas usam estilos differentes, por exemplo, vendendo mais sorvete no Nordeste para ganhar mais dinheiro. O que foi mais interessante para mim foi que Brasileiros refusaram de subir acima para comprar cafe. Ao mesmo tempo, concordo porque eu nao quero subir quando posso comprar cafe e comida no mesmo lugar.

  2. Bobby Abrams Says:

    eu pensei que burgerworld foi um bom exemplo do contexto, em paticular, dignidade, porque os brasileiros tiveram medo quando pronuniando os nomes dos produtos. e logico que na cidade com menos, pessoas foram confusado pelo drive-thru servico. a táctica do usando importantes representantes da comunidade para estimular negócio era gênio.

  3. Kristen Klenow Says:

    No caso Burger World, eu gosto da idéia de personalizar os restaurantes diferentes de Burger World de acordo com onde os restaurantes são localizados. Por examplo, como eles enfatizaram mais o sorvete no nordeste. Eu gosto das observações da questão dos competidores. As pessoas que moram no interior e gostam da barraca que vende hambúrger não gostaria uma restuarante diferente onde é difícil entender o menu a comida é mais cara. Acho que é importante lembrar que algumas coisas que funcionam numa lugar não vão funcionar nas todas outras lugares a onde outras culturas existem.

  4. Elena Bessire Says:

    Concordo com a observação de James Riordon que foi preciso parar e analizar que foi errado no plano de Burger World no interior. Para empresas americanas de fast food que entram nos mercados estrangeiros, sempre é preciso mudar algumas coisas: itens no cardápio, o processo de pedir a comida (seja no balcão o pelo drive-thru) e/ou a imagem do restaurante. De fato, algo como Burger World tem que separar-se da imagem de um “restaurante” porque não é, nem no Brasil e nos Estados Unidos. Por isso, é importante o que Riordon disse sobre a importância de associar a empresa com pessoas locais, porque são as pessoas locais que vão mudar naturalmente a imagem da empresa para uma que vai dar certo nesse local.

  5. Stephanie Murphy Says:

    Uma resposta da obervação do James Riordan: Eu já estudei publicidade – propagandas são mais do que passa no televisão. Tem que fazer pesquisas e achar gente para aparacer na propaganda. Também, propagandas podem ser impessoal. O problemas era que “Burger World” já era impessoal. Então, gostei da ideia de convidar gente da comunidade para trabalhar no Burger World. Uma rosto reconhecível vale mais do que uma propaganda.

  6. Preston Achilike Says:

    A idéia de fazer um “Burger World”, que se adapta às necessidades e cultura de Brazillians é a melhor escolha na minha opinião. Como um diria-eu gostaria de “Biggy-Size minha combo?” Algumas coisas / lugares existem nas certas regiões / países por causa um motivo especial. Se uma pessoa querem expandir essa idéia fora do local onde ela foi formado, isso tem que trocar. Talvez Tamanho Grande ou Mega Tamanho funciona um pouco melhor.

  7. Gina Says:

    Eu acho que e muito interesante o ponte principal do capitulo Burgur World – o de como diferem muito as regoes de Brazil e como ha que fazer negoios de forma diferente dependendo da regiao.
    Mas neste comentario quero falar das taxas de importacao. Sae neste captitulo que o Burgur World tem que pagar muitos taxas por a importacao, e por isso o seus productos sao mais caros dos competidores. Terry Kahler faz a explicacao de os taxas altas que tambem fariam economistas clasicas. Eles explican este fenomino de altas taxas para importacoes em terminos de protecccanismo das industrias dentro do pais. Pode encontrar uma explicacao tipica em YouTube “Tarrifs and Protectionism” http://www.youtube.com/watch?v=dSQTbd2iJtY&feature=related
    Contudo, o que achei muito interesante foi o explicacao de Willis durante sua breve historia de Brazil feito nas primeiras dias de nosso programa. Ele explicou que hoje em dia, um parte muito grande da receita publica e de taxas nas importacois. Nao dezia que foi por casualidade, que o revenue gerado foi um beneficio demais do protecao. Angariar receita publica foi a primeira objectivo, explicou, porque e uma maneira muito facil de angariar. Nao e complicado. Coisas entran a pais e paga. Ademais, nao e tao facil evitar este tipo de taxa, e outros tipos sim. Eu acho interesante incluir este perspectivo em um analisis do por que alguns governos como Brazil tem taxas de importacao bem altas.

  8. Marisol Hernandez Says:

    Eu acho que Burger World é um jeito perfeito de fazer negocio. Acho que quando alguma coisa não dá certo deveria de mudar de plano e não fazer as mesmas coisas todos os dias. Tambem gostei que tiveram pessoas da comunidade para ajudar os brasileiros poder ordena comdia. Bom, quando eu penso num restaurante de comida rapida eu não penso que é higenico! Acho que deveriam fazer a mesma campanha nos estados unidos. Mas eu acho que uma campanha de higenico ajudou Burger World para que as pessoas sentiram mais conforatveis comprar lá.

  9. Lauren Weiss Says:

    Eu pensei que a situação de Burger World foi o grande exemplo do contexto. Os restaurantes como Burger World funcionar bem no EUA porque americanos querem tudo rápido. Aqui no Brasil, as refeições são uma parte muito importante da cultura e tomar mais tempo. Por isso, uma ideia de “fast food” não existe. Quando eu visitei o McDonald’s em Salvador eu sempre ver famílias sentadas dentro comer e conversar juntos. Além disso, acho que o drive-thru é sempre longo, porque as famílias estão se comprando para trazer comida casa e comer com sua família.

  10. KC Biebighauser Says:

    Eu acho que Burger World é um bom exemplo das differenças na cultura entre EUA e Brasi, especialmente quando fazendo negocio. Neste caso, é interesante que a ideia de “fast food” não existe no algum partes do Brasil. É uma tradiçao comer com sua família todo dia na sua casa para muito tempo para conversar e estar com sua família. Pessoas nos EUA não fazem isso porque muito estamos com presto.

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